Neiva Cimini,
a especialista que os cirurgiões chamam
quando o resultado está em jogo.
Massoterapeuta clínica e especialista em disfunções linfáticas, criadora do Método Neiva Cimini®. Baseada na Bélgica desde 2016, construída do zero, hoje uma referência.
Do zero na Bélgica à referência que os médicos indicam.
Em 2016, cheguei à Bélgica sem diploma local válido, sem cliente, sem rede. Tinha experiência, tinha método, mas precisei provar tudo de novo, num idioma que ainda estava aprendendo, num mercado que não me conhecia.
Comecei pela drenagem linfática. Era o que eu sabia fazer bem, e foi ela que abriu as primeiras portas. Mas logo entendi que a diferença estava no raciocínio por trás da técnica: por que o fluido vai para ali, o que acontece quando a fáscia adere, o que a cirurgia fez com o sistema linfático daquele corpo específico. Isso é o que a maioria das pessoas que fazem drenagem não aprende.
Com o tempo, meu nome começou a circular entre os médicos, não pelos resultados bonitos, mas pelos casos difíceis que eu resolvia: a fibrose que ninguém mais queria pegar, o edema que não baixava depois de meses, a paciente que tinha operado fora do país e voltado sem suporte. Essas foram as portas que me trouxeram para dentro da medicina.
Hoje atendo dentro de uma clínica de cirurgia plástica em Bruxelas, faço o acompanhamento de cirurgias linfáticas de altíssima complexidade, treino médicos e equipes, e em 2026 fui convidada a palestrar no ISAPS Body Masters, em Barcelona, ao lado dos principais cirurgiões de contorno corporal do mundo.
Chegar até aqui foi a lógica de quem escolheu ser rigorosa quando era mais fácil ser genérica, não sorte.
Com o tempo, percebi que o maior problema do pós-operatório era a falta de raciocínio sobre o momento certo.
Vi muita gente com fibrose causada por massagem forte antes do tempo. Vi seromas que pioraram porque alguém tentou "drenar" com pressão excessiva. Vi resultados de cirurgia comprometidos não pela cirurgia em si, mas pelo que aconteceu (ou não aconteceu) nas semanas seguintes.
Isso me fez estudar mais fundo: fisiologia da cicatrização, histologia do colágeno, biomecânica da fáscia, farmacologia da inflamação. O objetivo nunca foi prescrever: para conduzir bem, você precisa entender o que está conduzindo.
Foi aí que o Método tomou forma: não como um conjunto de técnicas, mas como um raciocínio clínico aplicado ao pós-operatório. Um jeito de pensar antes de tocar.
"O meu objetivo vai além do estético. É funcional: devolver a função do tecido danificado."
O que é verificável (e como verificar).
ISAPS Body Masters 2026, Barcelona
Convidada a palestrar no curso de elite do ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery), restrito a cirurgiões plásticos de board do mundo inteiro. Uma das raras especialistas não-médicas num espaço reservado à medicina de mais alto nível. Confirmado por escrito. Sexta-feira, 3 de julho de 2026.
Pós-operatório de cirurgias linfáticas de referência em Bruxelas
Atende regularmente dentro de uma clínica de cirurgia plástica em Bruxelas, fazendo o acompanhamento de um dos procedimentos mais complexos da medicina: cirurgia de anastomose linfática microcirúrgica. É por isso que está em Bruxelas duas vezes por semana. Esse é o nível de confiança que os cirurgiões depositam no método.
Médicos treinados na Bélgica e na Alemanha
Já treinou equipes de cirurgiões que quiseram implantar o cuidado pós-operatório nos seus consultórios. Quando o médico paga para aprender com você, a autoridade é de uma categoria diferente.
Marie Claire Bélgica
Citada em matéria editorial da edição belga: menção espontânea, sem patrocínio.
Formação em Lipedema
Formação com a Profa. Jaqueline Baioco / Associação Brasileira de Lipedema. Participação no LipeWorld, congresso internacional de lipedema, em Roma.
Pós-operatório desde 2016 · 500+ atendimentos
Dez anos de prática clínica na Bélgica. Construída a partir de casos reais, muitos deles complexos: complicações que outros profissionais não quiseram ou não souberam conduzir.
Parceria, não concorrência.
Especialista em disfunções linfáticas não é fisioterapeuta. Não é médica. Não diagnostica, não prescreve, não compete com o cirurgião.
O que eu faço é dar continuidade ao resultado que o médico criou na mesa cirúrgica, e dar ao médico algo que ele raramente tem: previsibilidade na recuperação.
A maioria dos problemas do pós-operatório não começa no centro cirúrgico. Começa depois: quando o médico "perde o controle" e o que acontece com o tecido depende de quem está conduzindo a recuperação. Quando esse quem tem método, raciocínio clínico e comunicação com o cirurgião, o resultado é mais estável, as complicações são menores e a satisfação do cliente com a cirurgia aumenta.
Trabalho sempre em parceria com o médico responsável. Qualquer dúvida clínica que ultrapasse o meu escopo, eu consulto. Qualquer intercorrência, eu comunico. O suporte ao médico é parte do protocolo.
Se você é cirurgião e quer conversar sobre parceria ou sobre formação da sua equipe:
Falar diretamente →"Doutor, quando o senhor tem o tratamento pós-operatório, o senhor tem mais previsibilidade no seu resultado."
Eu também fui o outro lado da mesa.
Sou paciente de cirurgia plástica. Sei, na pele, o que é estar fragilizada depois de uma cirurgia: o corpo inchado, a dúvida de se vai ficar bom, o medo de fazer algo errado, a dependência de alguém que realmente entenda o que está acontecendo.
Essa experiência mudou a forma como eu atendo. Não existe cliente que eu olhe sem pensar que aquela pessoa confiou o corpo dela em mim num momento de vulnerabilidade real. Isso não é detalhe: é o centro de tudo.
Não trabalho contando o relógio nem sigo pacote padrão: fico o tempo que o atendimento pedir, porque o meu compromisso é com o resultado, não com o horário.
Eu também não tenho um único idioma: atendo em holandês, inglês, francês e português. Porque na Bélgica, a recuperação não deveria ser limitada pelo idioma.
"Eu trato a pessoa por trás do corpo. Meus clientes se sentem indivíduos ouvidos, não números."
Agora que você sabe quem eu sou:
Quer aprender o método, ou indicar para ele?
Para formação ou para parceria clínica.
Conhecer a Academy →
